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Miles Davis

maio 3, 2013

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por Vagner Pitta

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Perfil – Podcast: o trompetista Miles Davis, o músico de jazz mais pop da história, um artista de várias fases e faces.
Written By Vagner Pitta

Superestimado e alçado à categoria das personalidades artísticas mais influentes do século XX, o trompetista Miles Davis — e não o gênero do jazz, infelizmente — está na moda aqui em solo tupiniquim: pelo menos enquanto durar a mostra “Queremos Miles” (uma paráfrase ao álbum We Want Miles) elaborada pelo museu francês Cité de La Musique e bancada por aqui pelo Banco do Brasil e pelo SESC. Neste blog, contudo, Miles é apenas mais um dentre os tantos criadores do jazz já abordados. Sim, claro, Miles foi genial — e não é difícil entender o porquê –, mas uma das mediocridades que combatemos aqui é, justamente, aquela coisa do cara resumir o jazz em meia dúzia de músicos, como se o jazz não tivesse mais ninguém além de Miles, Coltrane, Shorter, Bill Evans, Herbie Hancock e etc.

Mas, enfim, considerando a repercussão da referida mostra, e considerando nosso prazer e missão de propagar o jazz dentre os amantes do gênero — iniciantes ou jazzófilos –, vos apresento aqui um programa de podcast que tenta traçar um perfil geral da obra do mestre. Era julho de 2009, ano de aniversário de pelo menos três álbuns clássicos de Miles Davis — Birth of the Cool (1949), Kind of Blue (1959) e Bitches Brew (1969) –, quando eu tinha acabado de ser chamado para manter um blog dentro do Portal da MTV, onde fiquei até início de 2011. Eu também acabara de ler o livro “Kind of Blue: A História da Obra Prima de Miles Davis” de Ashley Kahn. Como eu já vinha desenvolvendo a idéia de produzir alguns podcasts comentados para este blog, aqui neste espaço, então levei a idéia para os responsáveis pela edição de música do Portal MTV para fazê-lo no novo blog também: assim criei a série “Perfil” para relatar por meio de podcasts a obra de grandes mestres do jazz e da música instrumental brasileira, onde Miles Davis, naturalmente, teria de ser eventualmente abordado. Pois bem, ao produzir este programa, me deparei com a árdua tarefa de mostrar, em uma única vez, todas as fases de um músico que iniciou sua carreira no bebop dos anos 40, foi um grande melodista em sua fase “cool”, passou pelo hard bop, lançou discos com big band no estilo “third stream”, iniciou o jazz modal, criou o “jazz fusion” e flertou com o rock, com o pop e até com o hip hop em sua fase final nos anos 80 e início dos anos 90 — isto é, o cara realmente deixou sua marca por quase todas as transformações acontecidas no jazz a partir do início da sua modernidade. Abaixo os álbuns abordados:

Bird and Miles (1946-47)
Walkin’ (1954)

Milestones (1958)

Kind of Blue (1959)

Miles Ahead (1957)

E.S.P (1965)

Nefertiti (1967)

Bitches Brew (1969)

Live-Evil (1971)

On The Corner (1972)

You’re Under Arrest (1985)

Doo-Bop (1991)

Apesar de tudo isso, de toda sua fama e de todo o mito criado em torno da sua figura, Miles Davis nunca foi um consenso dentro do jazz. Definitivamente, é perceptível, por exemplo, que Miles Davis não foi um trompetista tecnicamente brilhante, ainda mais se comparado a gênios do instrumento que foram da sua geração, tais como Dizzy Gillespie, Clifford Brown, Lee Morgan, Freddie Hubbard e Woody Shaw. Também não é nenhum desrespeito afirmar que Miles Davis não foi um compositor da mesma envergadura que mestres como Duke Ellington, Thelonious Monk e Charles Mingus: a maioria das suas composições se resumiam em riffs simples, a maioria deles atrelados ao blues, nada que chegasse perto do aspecto cerebral das obras elaboradas por estes compositores. Mas, então, por que será que Miles conseguiu lançar clássicos supremos em várias fases do jazz e por que é tão idolatrado dentro e fora do gênero? Resposta: irreverência, estilo próprio e um tino visionário que o fez ser imbatível no campo das novas idéias. Miles tinha uma capacidade de síntese tão aguçada que era capaz de trabalhar as idéias melhor do que os próprios criadores ou formuladores dessas idéias. Miles, a despeito da sua limitação técnica, foi um dos poucos grandes trompetistas e compositores do jazz que conseguiram se destacar pela via da diferenciação, trabalhando o timbre e a expressividade ao invés da velocidade e complexidade de fraseado e , através de grandes idéias, desenvolvendo obras criativas, polêmicas ou revolucionárias: ou seja, como não era um virtuose, um exímio solista — critério indispensável para um músico de jazz num cenário de disputa entre grandes músicos, como era, por exemplo, o cenário do bebop, estilo criado pelo saxofonista Charlie Parker e pelo trompetista Dizzy Gillespie –, ele tratou logo de criar um estilo próprio e totalmente pessoal. Foi assim, que com apenas 23 anos de idade Miles lançou seu primeiro disco de grande expressão: o clássico Birth of the Cool, formalizando o estilo do “cool jazz”, entendido como um estilo mais suave que valoriza mais o arranjo e o timbre do que a velocidade e intensidade, máximas do bebop. Birth of the Cool trazia um noneto, uma banda de nove músicos, com a qual Miles já vinha trabalhando uma versão “relaxante” de bop swingado, com solos suaves e arranjos rebuscados: e o trunfo foi ele ter chamado músicos como Gil Evans, Gerry Mulligan e John Lewis, grandes compositores e arranjadores pra dar vida ao seu projeto. Esse seu primeiro sucesso já sintetiza bem o líder que Miles Davis seria: um músico que conseguiria enxergar as idéias muito além do que outros músicos poderiam fazê-lo. Foi através dos seus estímulos que jazzistas geniais com o arranjador Gil Evans, o saxofonista John Coltrane, o pianista Herbie Hancock e o compositor Wayne Shorter, por exemplo, não apenas lhe ajudaram a criar obras revolucionárias, bem como se evidenciaram e ficaram famosos.

No início da década de 50, Miles sofreria suas primeiras baixas na carreira por causa do problema com o vicio da heroína. Sem uma banda fixa, Miles lançou discos apenas para pequenos selos de jazz e sem muita expressão criativa. Após se impor sobre o vício, Miles Davis voltaria ao sucesso do jazz com uma banda fixa em 1955, um quinteto com ainda jovem John Coltrane no sax tenor, Red Garland no piano, Philly Joe Jones na bateria e Paul Chamber no contrabaixo – era seu Primeiro Grande Quinteto. Essa banda marcou grandes momentos no estilo hard bop — estilo protagonizado pelo baterista Art Blakey e sua banda Jazz Messengers. Além de revelar o saxofonista John Coltrane como um dos grandes solistas do hard bop, essa banda foi o sumo para a fase que nasceria a seguir: o jazz modal. Em 1958, Miles chamaria o saxofonista-alto Cannonball Adderley para tocar no seu já conhecido quinteto, formando, então, o sexteto que lançaria os clássicos álbuns Milestone e Kind of Blue. O jazz modal era uma idéia do pianista e teórico George Russell: ele dizia que o jazz expandiria em muito sua harmonia se usasse os sete modos de escalas gregas, escalas presenciada na música do leste europeu. Kind of Blue foi o disco que não só popularizou essa idéia, mas se tornou o álbum mais popular da história do jazz com milhões de discos vendidos em todo o mundo, sendo-o até hoje.

Gil Evans e Miles Davis

Outra faceta de Miles que mostro neste podcast é a parceria com o arranjador Gil Evans em discos como Miles Ahead, Porgy & Bess e Sketches of Spain. Nestes trabalhos orquestrais, Miles Davis apresenta-se como solista de big band, mas com seus característicos solos suaves no registro médio do trompete, enquanto Gil Evans apresenta seu estilo “third stream” de arranjo, um estilo com a qual uma big band de jazz tende a ter uma textura um tanto erudita – uma influência da música clássica européia nas bandas de jazz. No podcast toco faixas do disco Miles Ahead, álbum que assim como o Sketches of Spain traz a influência da música espanhola nas composições arranjos.

Na década de 60 Miles, de 1964 à 1968, Miles se destacaria com sua segunda banda fixa, seu Segundo Grande Quinteto: composto pelo saxofonista Wayne Shorter, pelo pianista Herbie Hancock, pelo baterista Tony Williams e pelo contrabaixista Ron Carter. Com essa banda Miles Davis, além de dar sequência ao seu jazz modal, ele atingiu, em minha opinião, o seu auge como solista: suas performances se tornaram mais viscerais, seus solos mais “rebeldes” e virtuosos. A postura de Miles Davis com essa banda foi visto como uma resistência ao estilo do free jazz, pois o trompetista preferiu fortalecer seu bop ao invés de aderir à nova tendência imposta por Ornette Coleman. No entanto, algumas das performances com esse quinteto e os experimentalismos que Miles Davis iniciaria com instrumentos elétricos no final dessa década para o início da década de 70 mostraram que ele sofrera, sim, um mínimo de influência do free. Além disso, esse quinteto evidenciou o grande compositor que Wayne Shorter era, pois os temas mais célebres da banda foram escritos por ele. No podcast foram abordados E.S.P e Nerfertiti, dois dos principais álbuns dessa fase.

Em 1968, Miles iniciou sua fase experimentalista: começou a incorporar instrumentos elétricos na sonoridade do seu quinteto. A evolução desses experimentos podem ser apreciadas nos discos Miles in the Sky e In A Silent Way, discos onde ele inicia seus primeiros flertes com as sonoridades dos instrumentos elétricos. Em 1969 ele lança o revolucionário Bitches Brew, o primeiro álbum com o estilo “fusion” formalizado – sendo, também, um dos álbuns mais vendidos de toda a história do jazz. Discos ainda mais experimentais como o Live-Evil (com a presença do multiinstrumentista Hermeto Pascoal e do percussionista Airto Moreira, dois músicos brasileiros) e On the Corner viriam em seguida. Era o auge das guitarras e teclados elétricos e eletrônicos; era o auge do funk de James Brown e o bebop e hard bop já pareciam saturados praquela época tão cheia de novas sonoridades. Anteriormente, outros músicos de jazz, já em meados da década de 60, já vinham mostrando a intenção de usar a sonoridade do rock no jazz. Miles Davis enxergou essa idéia e a ampliou: começou a lançar esses discos experimentais onde os ritmos do funk e do rock, as distorções elétricas da guitarra, os sintetizadores, o baixo elétrico, o piano elétrico (Rhodes), os pedais de efeitos e toda a parafernália de instrumentos elétricos passaram a contrastar com os sons dos instrumentos acústicos e sonoridades da world music. Miles, irreconhecível, chegaria ao ponto de renegar totalmente o jazz acústico tal como ele era, usando até música eletroacústica em seus discos: no disco On the Corner, por exemplo, há o uso de ruídos baseado na eletroacústica do compositor Karlheinz Stockhausen. Assim, para lançar discos com tantas sonoridades, Miles tinha de ter colaboração de vários músicos em seus shows e sessões de gravação, revelando, portanto, um grande numero de músicos em seu período fusion: John McLaughlin, Airto Moreira, Chick Corea, Joe Zawinul e John Scofield foram apenas alguns desses grandes músicos.

Já rico e ainda mais famoso, em 1976 Miles interrompe a carreira por causa do seu vício em narcóticos e vários problemas de saúde. Voltando com força total no início da década de 80, Miles passaria a flertar, também, com a nova pop music , desagradando ainda mais os músicos e fãs de jazz da época: o trompetista Wynton Marsalis, novo fenômeno do jazz da época, chegou a dizer que Miles Davis tinha passado de grande músico do jazz para “um velho querendo parecer jovem”. Wynton — que rechaçava o fusion, mas tinha no Segundo Grande Quinteto de Miles Davis sua inspiração — não economizava palavras para demonizar a nova postura do mestre. Em discos como o You’re Under Arrest (1985), por exemplo, Miles incluiu temas de Michael Jackson e Cindy Lauper em seu repertório. Além disso, ele passou a cultuar amizade e colaborações com cantores pop como Prince e Sting. Dava-se início à “fase pop” de Miles Davis. Depois disso, mesmo com a idade na casa dos 60 anos, Miles ainda ousaria em lançar um disco baseado no hip hop: o Doo-Bop, lançado postumamente em 1992. Os flertes do hip hop com o jazz já vinham acontecendo desde meados dos anos 80 através dos samplers de grupos de rap como Gang Starr e Stetsasonic. Miles Davis, percebendo que essa poderia ser uma tendência, gravou esse álbum Doo-Bop, um dos primeiros álbuns do jazz-rap. E assim, Miles Davis encerra sua prolífica e polêmica carreira, vindo a falecer em 1991. Miles Davis foi o único músico dos grandes mestres do jazz a entrar para o Hall of Fame do Rock, sendo também o músico de jazz mais popular da história ao lado de Louis Armstrong. Ouça e/ou baixe o podcast abaixo.

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